Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre (SPPA)

ANO 20 • • Nº 38

ÓRGÃO OFICIAL DA SOCIEDADE PSICANALÍTICA DE PORTO ALEGRE

Porto Alegre | RS

Revista de Psicanálise prepara o primeiro número de 2022

  • Em 2021, Revista tratou do tema O novo mal-estar na civilização

Em 2021, a Comissão Editorial da Revista de Psicanálise da SPPA, dando seguimento ao trabalho de maior efetivação e possível elevação da atual classificação Qualis B1, providenciou a sua indexação em plataformas mais conceituadas. “A aquisição de maior segurança na preservação de seu conteúdo e a maior estruturação do nosso site, em conjunto ao rigor científico, são meios para consolidar o valor nacional da Revista e a sua futura internacionalização em edições bilíngues”, explica o editor-chefe da Revista, psicanalista Renato Moraes Lucas.

A atual publicação on-line em fluxo contínuo da trilogia temática O novo mal-estar na civilização cumpre a promessa de oferecer ao leitor, de forma célere e constante, artigos que tentam pensar os mal-estares atuais e contemporâneos, bem como as suas repercussões e elaborações. O Conselho Editorial recebe constantemente retornos por parte dos leitores, que mencionam a elevada qualidade científica dos artigos deste volume. “Disponibiliza-se, assim, o conteúdo para o assinante mesmo quando ocorre algum retardo de impressão e de entrega da revista física, o que aconteceu recentemente em função de necessidades de adaptações administrativas da Sociedade, ocasionadas pela pandemia”, afirma Lucas. No entanto ele destaca que fica mantido o compromisso de realizar a remessa dos três números físicos até o final do ano.

Recentemente foi divulgado o convite para a escrita do primeiro número da Revista de 2022, cujo tema é Transitoriedade(s).

Lucas salienta que “Freud estuda a perecibilidade da vida e a fruição estética pela fugacidade inerente, convidando a enfrentar o trabalho de luto como forma de liberar o indivíduo para o ato de viver e seus sucessivos reinvestimentos. Interroga-se agora a percepção e a vivência da transitoriedade, no contexto da violenta e inesperada atualidade”. Assim, Transitoriedade, com seus múltiplos domínios de significado, reflete o movimento de expansão com novas construções e experiências, no qual a escrita pode ser processo e testemunho da experiência e da renovação.